Saulo Vasconcelos ator e cantor tem mais de 15 anos de carreira, tanto no Brasil como no exterior em montagens de musicais como O Fantasma da Ópera, A Bela e a Fera, CATS, Mamma Mia e Les Misérables. Tem em sua bagagem mais de quatro milhões de espectadores. Começou a atuar na universidade em O Barbeiro de Sevilha e é um dos mais bem sucedidos atores de musicais da atualidade. Recentemente esteve na produção de O HOMEM DE LA MANCHA e na série (fdp) da HBO
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Saulo Vasconcelos, dos ensaios de Mamma Mia! direto para o Blog
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Trajetória: Saulo Vasconcelos e Kiara Sasso
A Bela e a Fera (2002)
O Fantasma da Ópera (2005)
A Noviça Rebelde (2008)
E agora eles estão juntos novamente em Mamma Mia! como Sam e Donna...
...no teatro Abril. Estreia 11.11.2010. Não Percam!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Os gatos vão subir no telhado
Esta é a última chance para ver a versão em português do musical Cats. O espetáculo, em cartaz no teatro Abril desde março, sai de cartaz neste domingo. Há ingressos para todos os dias.
Adaptada em mais de 20 países e traduzida para dez línguas, a montagem, que leva 38 artistas para o palco, tem versão nacional musiscada por Toquinho.
A cantora e jurada do reality show Ídolos, da Record, Paula Lima, interpreta a gata Grizabella, personagem que, rejeitada pelo grupo de gatos denominado Jellicle Cats, canta o tema "Memory", clássico eternizado na voz de Barbra Streisand e regravado por Susan Boyle. O ator Saulo Vasconcelos, que atuou nos musicais O Fantasma da Ópera e A Bela e a Fera, também está no elenco, que ainda tem Sara Sarres e Cleto Baccic.
O clássico da Broadway, concebido por Andrew Lloyd Webber, estreou em 1981, em Londres. O texto, sobre o encontro anual dos Jellicle Cats, é inspirado no livro infantil Old Possum's Book of Practical Cats, de T. S. Eliot.
Vista em 300 cidades, a peça ganhou mais de 30 prêmios. Entre os troféus estão sete Tony, o equivalente do teatro ao Oscar; e um Grammy. Após sair de cartaz em São Paulo, o musical segue para temporada no Rio de Janeiro, que começa no dia 16 de outubro, no Vivo Rio.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Mamma Mia, com Saulo Vasconcelos!

Logo em seguida o musical segue para a cidade do Rio de Janeiro, para curtissima temporada no 'Viva Rio', contudo Saulo ficará em São Paulo para integrar o elenco da versão brasileira do grande blockbuster da Broadway: Mamma Mia
Sucesso arrebatador que já foi traduzido para quatorze idiomas, como japonês, italiano, coreano, dinamarquês, francês, alemão, espanhol e russo, Mamma Mia! chega agora ao Brasil com versão em português e estreia em São Paulo, dia 10 de novembro (para convidados) e 11 de novembro (para o público).
Clientes American Express MemberShip Cards e do Bradesco Cartões possuem descontos e pagam em até 3 vezes sem juros no cartão. Contam também com pré-venda exclusiva entre 10 de agosto e 25 de setembro. O público em geral pode adquirir seus ingressos a partir de 26 de setembro. Os preços variam de R$ 80 a R$ 250.
Mamma Mia! tem sido apontado pelos críticos como o Musical Nº1 do Mundo, ganhando versão cinematográfica em 2008, com Meryl Streep e Pierce Brosnan. O espetáculo é baseado em músicas do quarteto sueco ABBA, com letras e músicas de Benny Andersson e Björn Ulvaeus. A produção brasileira de MAMMA MIA! contará com figurinos e cenários originais, com letras em português e elenco totalmente naciona.
A montagem já foi vista por mais de 42 milhões de pessoas, com uma espantosa bilheteria que totaliza mais de US$ 2 bilhões arrecadados em cerca de 240 cidades de 30 países diferentes no mundo.
Em cena, uma história sobre amor e amizade, passada em uma pequena ilha grega. Às vésperas de seu casamento, uma filha, em busca da identidade do pai, convida três homens que fazem parte do passado de sua mãe e que há 20 anos não a viam.
Os hits do ABBA, incluindo Dancing Queen; The Winner Takes It All; Money, Money, Money e Take A Chance on Me, fazem parte dessa deliciosa noite de pura diversão.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
O noivado mais esperado do ano
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Para quem eu tenho cara de bom moço?
- Na sua época de escola você escreveu uma peça e ganhou como a melhor peça apresentada. Hoje que você já é um ator/cantor de carreira sólida não pensa em escrever peças convencionais ou até mesmo musicais, já que se fala também de musicais genuinamente brasileiros?
Saulo: Não, eu penso em dirigir alguma coisa no máximo. Escrever ainda não ,porque para escrever nos moldes de teatro musical é necessário misturar muito bem o texto com a música, para não ficar como aquelas coisas antigas de: ‘ah, espera aí que eu vou te contar uma coisa’ e de repente começar a cantar ‘lá lá lá’. Tanto é que nos musicais mais antigos que tem esse molde a grande preocupação, por exemplo em ‘A Noviça Rebelde’, ‘O Rei e Eu’ e etc, é fazer uma transição suave do texto com a música, porque antigamente realmente era muito brusco. Inclusive isso era objeto de piada para as pessoas que pouco conhecem o teatro musical. Na cabeça das pessoas atualmente elas acham que teatro musical é isso, é chegar e cantar do nada quando ela estava falando, então é muito dificíl costurar o texto com a música e eu não tenho competência, não tenho pretensão nenhuma de fazer isso e pra teatro teatro convencional menos ainda, porque não é linguagem que eu falo em especifico. Então, realmente eu prefiro pensar em uma direção, no futuro, que seja uma transição mais lenta para alguma coisa diferente do que eu faço hoje.
- Ainda na época da escola, com essa cara de bom moço, você era muito travesso? Qual foi a sua ‘maior’ travessura? Lembra de algo que possa contar?
Saulo: Para quem eu tenho cara de bom moço? (risos). Na época da escola?
Saulo: Eu fui suspenso muitas vezes no primeiro grau, não sei contar o número de vezes, acho que foram mais de sete... Catorze... Sei lá, não sei quantas foram só sei que foram realmente muitas vezes. Era para eu ter sido expulso no primeiro grau inclusive, só que a diretora era uma freira ,amiga da minha mãe. Eu estudava em uma escola católica que se chamava ‘Santo Antonio’ lá em Brasília. A diretora chamou minha mãe e disse ‘realmente nós não temos porque expulsar ele, pois as suspensões dele não são por maldade’.
As minhas suspensões eram sempre porque eu não conseguia parar de rir por causa de uma piada e eu não conseguia me concentrar e a professora me colocava para fora da sala. E quando éramos colocados para fora da sala eles eram obrigados a suspender pelo menos por um dia.
Uma vez eu caí da cadeira, comecei a rir e a professora de matemática me tirou da sala. E no segundo grau eu fui suspenso muitas vezes e consegui ser expulso. No segundo grau eu estudava no Marista. No segundo ano, eu fiz muita bagunça realmente. Mas eu não era de jogar bomba no banheiro, eu não era de ficar tirando foto da calcinha das meninas por debaixo, assim não, nada desse tipo. Contudo eu era muito bagunceiro, gostava muito de fazer bagunça, de cantar, de ficar fervendo demais e nisso foram sete suspensões no segundo grau. Essas eu contei. Na verdade foram seis suspensões, na sétima foi a expulsão. Na sexta eu fui convidado com a minha mãe para me retirar do colégio, nós recusamos o convite (risos), mas ao recusar o convite eu fiquei sob uma espécie de condicional no colégio. E assim, consegui ser expulso realmente. Chegar atrasado à aula já era motivo de expulsão. E eu acabei tendo um desentendimento com a professora de inglês que ocasionou minha expulsão, mas isso é por causa de uma inquietude que eu sempre tive.
- Poderíamos dizer que na sua carreira você teve duas estreias, uma no México com ‘O Fantasma da Ópera’ que te iniciou no mundo dos musicais e a outra aqui no Brasil com ‘Os Miseráveis’ na sua língua nativa e com amigos. Esquecendo o choque cultural que você teve no México o que mais te marcou nessas duas estreias?
Saulo: Na estreia do ‘Fantasma da Ópera’ o que mais me chamou a atenção foi não ter ninguém conhecido na plateia, se bem que aqui no Brasil também não. Mas lá era outro país. Minha mãe não veio para a estreia, meus amigos não vieram para a estreia. E em "Les Miserables", aqui em sampa, os meus amigos estavam aqui para fazer o espetáculo e não para me ver. E o que mais me surpreendeu no ‘Fantasma da Ópera’ foi o fato de eu não ter nenhum amigo na plateia, nenhum familiar e estar em um país completamente estranho que eu não sabia como seria a reação. Mas quando sai pro aplauso final e as pessoas gritaram ‘Bravo’, no primeiro espetáculo que tinha público, pois o público mexicano não aplaude de pé, aí sim! Aquilo foi maravilhoso.
Aqui no Brasil se tem a mania ou hábito de levantar e se aplaudir de pé gostando ou não gostando tanto do espetáculo, mas lá eles só se levantam se amarem mesmo. E eu tive uma ovação de pé ou ‘ovación de pié’ como se chama lá. Foi uma honra realmente, porque foi quando eu conquistei o respeito da companhia, dos técnicos no backstages, porque até então existia uma expectativa deles com relação a mim. Se eu iria dar conta como estrangeiro, pois na cabeça deles obviamente existiam mil e um mexicanos que poderiam fazer o papel no meu lugar. E aqui no Brasil, foi um pouco diferente. A expectativa era outra. Mais tranquila mais sossegada. Mas havia uma ansiedade, porque lá no México já tinha sido uma realidade. Musical lá dá certo. É só escolher o título certo, o espetáculo certo, e fazer a divulgação em cima. Porque público tem. E aqui no Brasil não se sabia disso, não se sabia se daria certo. Não se sabia se aqui em São Paulo iria ter público, até na época nós falávamos puxa se fosse no Rio seria mais legal, porque lá tem mais turismo estrangeiro.
Hoje, eu acredito que o que sustenta mesmo é o público local de São Paulo e o interior. Se deu certo? Deu certo! Mas demorou! Tivemos uma casa estranha nas primeiras duas semanas e depois bombou, então aconteceu o atentado de 11 de setembro e a casa caiu drasticamente, mas passou e finalizou bem.
- Durante o intervalo de Cats o público tem a oportunidade de falar com você. Já se surpreendeu com algo diferente, inusitado que te falaram ou fizeram?
Saulo: As cinco frases que mais dizem:
- Quando é que vai voltar o Fantasma?
- Se vier o Love Never Dies é você que vai fazer?
- Posso tocar no seu pelo?
- Qual o próximo espetáculo?
- Você vai estar no próximo espetáculo?
Essas são as perguntas que as pessoas sempre fazem e as crianças sempre perguntam: ‘Cadê os outros gatos eu também quero falar com outros gatos’, eles perguntam ‘N’ coisas, mas essas são as cinco perguntas mais feitas e eu respondo com muito carinho cada um, porque eles não têm culpa se eu já ouvi isso e respondo pacientemente, mas tem hora que cansa responder pela milésima vez: não sei se o fantasma vai voltar e não sei se voltar se vou ser eu que vai fazer. Não sei se eu vou fazer o Love Never Dies. Pode tocar no meu pelo sim, não tem problema (risos).
Mas por outro lado tem perguntas interessantes, uma vez teve uma pessoa que perguntou se eu ainda ficava nervoso quando eu subia naquele palco. Pois a pessoa sobe no palco e vê aquelas cadeiras todas e fica impressiona. Então pergunta ‘nossa você não fica nervoso?’. E eu respondi: Não. E a pessoa ficou decepcionada. Então, eu emperrei a fila de pessoas que me esperavam pra um autógrafo, e expliquei para ela que aquilo não era motivo mais para eu ficar nervoso. Porém, no parecer dela eu deveria sentir paixão pelo que faço. Mas não estar nervoso não significa que eu não sinta paixão pelo o que eu faço, mas simplesmente quer dizer que eu tenho controle emocional pelo que eu faço. Porque não sou eu que tenho que me emocionar de estar lá. É o público que tem que se emocionar por estar me vendo, estar vendo meus companheiros. Foram cinco minutos de lição para mostrar qual é o papel do ator ali. Eu tenho que ter frieza para fazer o que faço, pois se eu me emocionar eu perco o controle da minha voz, da minha interpretação e da interação com os meus colegas.
- Mas esse nervoso já aconteceu em algum momento?
Saulo: Ah, sempre na estreia eu tenho, sempre estamos todos nervosos. A estreia tem sempre aquela preocupação de: será que vai dar certo, será que vai ter público bacana pra temporada? Porque se não for sucesso a T4Fun pode de repente poder pensar, hipoteticamente falando, em só investir em shows porque é mais legal, dá mais dinheiro. Sei lá. Fica o medo. Então à cada espetáculo fica a preocupação de se o público vai gostar tanto quanto do último espetáculo. Porque há de se manter um padrão de qualidade também para ter as pessoas interessadas. Meu nervosismo é outro agora. Há 10 anos minha preocupação era: Será que eu vou dar conta? Será que eu tenho talento? Hoje eu sei que eu tenho talento, que eu arraso, mas hoje eu quero saber se o espetáculo é bom para o público de São Paulo.
- O que não pode faltar em seu camarim? Vídeo-game é item básico?
Saulo: Não, vídeo-game não necessariamente, por exemplo, faz duas semanas que eu não trago. Mas, não pode faltar: músicas; DVD´s de séries e shows; roupão para me proteger do frio porque o ar-condicionado aqui é feroz às vezes chega a 14 graus, pode estar lá fora 40 que aqui será 14; não pode faltar comida saudável e um sabonete bom para retirar a maquiagem, além de demaquilante bom para passar no rosto e não estragar a pele, mas isso é especificamente no Cats por causa da maquiagem.
- Se você não fosse ator/cantor em musicais e não pudesse fazer nada relacionado com a arte. Você seria?
Saulo: Pergunta difícil essa que você me fez agora, não sei, acho que seria... Algo relacionado ao esporte. Se não tivesse nada a ver com arte?
- Nada a ver com arte.
Saulo: Alguma coisa com o esporte relacionada ao bem estar físico, pelo menos. Eu gosto muito, sou apaixonado por saúde, mas não necessariamente médico, não tenho paciência para a medicina. Alguma coisa relacionada à educação física, não sei! Não sei! Talvez um esportista profissional, não sei, algo realmente relacionado aos esportes. Ah, ou viagens.
- Um Guia?
Saulo: Não é nesse sentindo... É no sentido de ser tipo um apresentador de um programa para onde viajar. Não sei, isso é o mais próximo que eu consigo me imaginar.
- Já que estamos falando em viagem, três lugares que você gostaria de conhecer?
Saulo: Nova Zelândia; Vietnã, nada haver com ‘Miss Saigon’ (risos). Aquela região da Tailândia, Índia toda aquela parte da Ásia. E depois que eu vi o ‘Hanami – Cerejeiras em Flor’, que é um filme bastante bacana que eu gostei muito. Eu fiquei com uma imensa vontade de ir para o Japão, mas me dá preguiça de ir porque eu não sei ler nada em japonês e os caras falam muito mal o inglês. E são esses os países que eu gostaria de ir, Nova Zelândia eu quase fui. Quando fui para a Patagônia eu estava entre os dois, mas como a Patagônia é mais perto e eu não tinha tanto tempo para viajar acabei optando pelo lugar mais perto. Ah, eu também tenho vontade de ir para o Chile no deserto do Atacama ou Machu Picchu no Peru, mas esses são lugares específicos. Países mesmo seriam: Vietnã, Nova Zelândia e Japão.
- O que é ‘Pretty Words’ (single disponível no youtube e à venda em lojas) para você?
Saulo: ‘Pretty Words’ é a forma. Eu acredito mais na essência. Quando você pára pra pensar na letra da música e a analisa, vai perceber que ela diz ‘palavras bonitas, são só palavras bonitas’ ... ’me ama, me beija, me cura e você vai saber tudo que há para ser sabido’ ou ‘Love me and you´ll know all there is to know’ ... ‘Kiss me And you´ll now all there is to know’. Quando se fala isso na música, tanto o André Cortada, o compositor e letrista, quanto eu, como intérprete, queremos dizer que o importante não é a forma e sim a essência. Não são palavras, não são gestos. É a essência que te leva as palavras.
- Muitas pessoas reclamam o fato de você ter lançado um Single e não um cd com várias músicas, por exemplo, pois dizem que a sua voz é muito bonita e por isso mereceria um CD Full. Você já tem planos de um novo CD?
Saulo: Tenho, mas ao lançar o single com a faixa bônus, a minha pretensão era de saber o quão difícil é me inserir no mercado fonográfico. Porque definitivamente eu não sou do mercado fonográfico, sou do mercado de teatro musical. É uma coisa muito distinta da outra. Sou cantor que faz teatro musical e tenho uma baita carreira de 10 anos, mas não estou na indústria fonográfica. É tudo um trabalho independente. E como é independente tem um custo. Para gravar duas músicas houve um custo. E eu calculei: até aqui eu vou com as despesas e vamos ver qual é a reação do público. Se for algo viável gravar mais 8 ou 10 músicas ou se eu faria mais 5 CDs depois, só vai depender de como o público vai reagir. Do difícil ou fácil que seja pras pessoas ter acesso ao meu produto. Estou falando bem comercialmente mesmo. Essas tiragens todas do meu single que estão à venda no teatro e nas lojas, são praticamente de efeito institucional. Não é tanto para ganhar dinheiro. Ou seja, há de se avaliar a vontade e desejo das pessoas, de um grande número delas, em se comprar um produto que eu estou bancando. Por enquanto, o projeto é meramente pra divulgar o nome e a marca.
Se houver uma boa venda, então eu gravo um CD completo. Se eu tiver a menor dúvida eu prefiro esperar até ter a certeza. Eu já tenho uma segurança, eu já tenho a minha carreira eu já tenho um público que vem me assistir em teatro musical. E eu só vou fazer isso mesmo se for para ter sucesso. Se for para ter uma aventura que vai ter consequências negativas, eu não vou adiante.
- A temporada de CATS em São Paulo termina dia 19 setembro. Você pretende seguir com a produção para o Rio de Janeiro?
Saulo: Não, eu não pretendo porque eu já tenho outro compromisso. Fiquem ligados!
- E para finalizar qual o recado que você deixa para o público que acompanha o seu trabalho há um ou dez anos.
Saulo: Para as pessoas que me acompanham há 10 anos um muito obrigado! De verdade, porque não é fácil. Tem gente que me viu em todos os espetáculos inclusive ‘O Fantasma da Ópera’ no México, teve duas ou três pessoas que já me falaram isso. Então, para essas pessoas, muito obrigado! É claro que elas necessitam ter interesse no espetáculo antes de qualquer coisa. Apesar de eu estar nele, o espetáculo tem que ser bom e eu venho tentando me manter em espetáculos bons para fazer valer a pena para essas pessoas que me acompanham há 10 anos saírem de suas casas e irem me assistir. Tenho cobrado e exigido das produções, quando me é dada a oportunidade, um padrão de qualidade para que realmente valha a pena as pessoas virem até o teatro para assistir determinada peça.
Para os que me acompanham há um ano ou que estão me vendo pela primeira vez em Cats podem continuar vindo que elas não vão se arrepender, porque tudo que eu faço é caprichado, faço com muito amor. Sei que é um clichê, mas é uma premissa básica de toda e qualquer área: para ser profissional tem que ter amor e competência no que se faz. A diferença, isso eu falei até em uma palestra na Casa de Artes Operária, entre um profissional que está começando e eu, que tenho vários anos de carreira, é que eu tenho mais sangue frio. Eu não fico mais tão ansioso, tão nervoso, tão tenso e alterado com uma estreia, apesar de ficar emocionado ainda. Porque eu tenho mais frieza. Mas nunca menos amor pelo que faço.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Palestra com SAULO VASCONCELOS!!!
A Casa de Artes OperÁria convida a todos para assistir uma palestra com SAULO VASCONCELOS!!!

ATENÇÃO: para participar, cada pessoa deverá levar um kilo de alimento* não perecível!!!
*Solicitamos que se possível, por gentileza, os alimentos Não sejam sal, Nem açucar e Preferencialmente optem por arroz, feijão, macarrão, etc...
COMPAREÇA!!!
Chame seus amigos, passe no mercado para comprar os alimentos para doar e esteja na OperÁria na hora marcada!!!
Não perca esta oportunidade!!!
Casa de Artes OperÁria
Rua Sacramento Blake, 88-Mooca (próximo à estação de trem MOOCA)
Tel: 2618-5540
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Saulo, Paula e Baccic no Transalouca
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Festa do Teatro
Acontece em São Paulo a segunda edição da Festa do Teatro, evento que distribui gratuitamente milhares de ingressos para o público com objetivo de promover e democratizar o acesso à produção cênica contemporânea do país. Neste ano, mais de 180 peças participam do projeto. A distribuição de ingressos será de 27 a 29 de maio, em postos espalhados pela cidade.
Outra novidade da edição é a inclusão de produções infantis. Cerca de 10 mil dos 40 mil ingressos disponíveis serão de espetáculos para crianças. O público poderá conferir as peças entre 28 de maio a 6 de junho.
Para que a democratização ocorra, de fato, algumas medidas foram tomadas. “Queremos que esse ingresso chegue ás mãos de quem normalmente não freqüenta teatro”, explica João Leiva, um dos organizadores da Festa do Teatro. “Optamos por fazer a distribuição apenas na rua.A Internet seria um caminho mais fácil para nós, porém, iríamos restringir de alguma forma o acesso do público.” Outro detalhe importante: cada pessoa poderá tirar apenas dois ingressos de um espetáculo por vez. E as opções são muitas, do teatro experimental aos grandes musicais. “O bacana é o conjunto, é celebrar a diversidade da produção teatral paulistana e, com isso, estimular a formação de platéia para teatro”.
Para Saulo Vasconcelos, uma das estrelas dos musicais da cena paulistana, em cartaz com “Cats”, a Festa do Teatro é um benefício para quem não pode pagar por produções mais caras. “È sempre válido dar oportunidade para diferentes grupos desfrutarem dos prazeres do teatro, vendo uma grande sala, uma produção milionária que enche os olhos. Para entender porque existe a variação de preço de um espetáculo e outro”. A festa já conquistou os paulistanos e agora segue para o Rio de Janeiro: a edição carioca está prevista para agosto.
Clique aqui e confira algumas das peças que estão na programação da Festa do Teatro. A distribuição dos ingressos começa nesta quinta, a partir das 11h. Mas atenção: os postos atenderão em horários diferentes:
Teatro Infanil
27 de maio, das 16h às 20h
Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso)
28 de maio, das 16h às 20h
SP Escola de Teatro (Av. Rangel Pestana, 2401 – Brás)
29 de maio, das 16h às 20h
Teatro Municipal (Praça Ramos de Azevedo, s/n – Centro)
Teatro Adulto
Dias 27, 28 e 29 de maio, das 11h às 14h
- Biblioteca Mário Schenberg (Rua Catão, 611 – Lapa)
- Biblioteca Paulo Setúbal (Av. Renata, 163 – Vila Formosa)
- Biblioteca Pref. Prestes Maia (Av. João Dias, 822 – Santo Amaro)
- CCJ Ruth Cardoso (Av. Dep. Emílio Carlos, 3641, V. Nova Cachoeirinha)
Dia 27 de maio, das 16h às 19h
- Teatro Municipal (Pça Ramos de Azevedo s/n)
- SP Escola de Teatro (Av. Rangel Pestana, 2401 – Brás)
Dia 28 de maio, das 16h às 19h
- Teatro Municipal (Pça Ramos de Azevedo s/n)
- CCSP (Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso)
Dia 29 de maio, das 16h às 19h
- CCSP (Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso)
- SP Escola de Teatro (Av. Rangel Pestana, 2401 – Brás)
Mais informações no site: http://www.festadoteatro.com.br/
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Espetáculo - Cats - Promoção Alpha FM
Postado por: Cláudia Rolim

Com letras originais de Tim Rice e arranjos do inglês Andrew Lloyd Webber, CATS já foi traduzido para 10 línguas e recebeu mais de 30 prêmios.
Desde sua abertura em Londres, Cats já foi apresentado em mais de 20 países e 250 cidades, incluindo todos os Estados Unidos, Canadá e México, além de Buenos Aires, Seul, Suíça, Alemanha, Bélgica, Áustria, Suécia e Cingapura. Agora é a vez de CATS ganhar versão brasileira. A superprodução ganha vida na voz de Paula Lima, Saulo Vasconcelos, Sara Sarres, Julio Mancini e versões em português de Toquinho.
A história de Cats foi baseada em 14 poemas do livro infantil Old Possum’s Book of Practical Cats, publicado a primeira vez em 1939, com ilustrações do próprio autor, o poeta americano T.S. Eliot. Eliot escreveu a obra depois de passar dias observando o comportamento de seus próprios felinos.
Na data mais especial do ano para a tribo dos Jellicle Cats, em que todos se reúnem para celebrar os líderes do grupo, anos antes, Grizabella resolve abandonar os companheiros para explorar o mundo.
É Meia-noite. Nenhum som no beco. Luzes de um carro rasgam a paisagem escurecida da noite e revelam momentaneamente a imagem de um felino correndo. Um por um, gatos curiosos emergem.
A tribo Jellicle Cats se reúne para escolher seus melhores. O líder do grupo, o sábio e benevolente Old Deuteronomy, anunciará qual deles irá para um lugar especial chamado "Heavyside Layer", onde poderá renascer para uma nova "vida Jellicle".
Só um dos gatos não compartilha da euforia do grupo: a triste Grizabella (Paula Lima) , que abandonou os companheiros anos antes para explorar o mundo lá fora e agora é desprezada por sua escolha.
De volta, ela é desprezada pela escolha e sofre ao som de canções famosas como Memory, em letras vertidas para o português pelo compositor Toquinho.
Não perca a oportunidade de assistir ao musical mais bem sucedido do mundo no Teatro Abril.
Inscreva-se já e se encante com a envolvente,doce e linda fábula musical: CATS!!
SERVIÇO:
Teatro Abril
Endereço: Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411
sábado, 3 de abril de 2010
Mais de sete vidas
Um dos musicais mais longevos da história (só em Londres, onde foi lançado, ficou 31 anos em cartaz), a montagem traz dois superstars do gênero: Saulo Vasconcelos e Sara Sarres (trabalharam juntos em O Fantasma da Ópera). A novata Paula Lima, do programa de TV Ídolos, vai de Grizabella, a célebre e melancólica intérprete de Memory, que aqui é ouvida assim: "Nada/Nem um som vem da rua/Até mesmo a lua/Apagou-se do ar".
Cats fica em cartaz até 30 de maio no Teatro Abril (Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411, teatroabril.com.br).
Publicado em 04/2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Cats - Moments of Happiness com Saulo Vasconcelos
terça-feira, 30 de março de 2010
Making Of CATS
quarta-feira, 24 de março de 2010
Saulo Vasconcelos gosta mesmo de ROCK!!
sábado, 13 de março de 2010
Cats chegou para somar aos excelentes musicais de São Paulo
terça-feira, 2 de março de 2010
Veterano dos musicais, Saulo Vasconcelos aprova Paula Lima em 'Cats'

Ana Carolina Moura
Depois de viver uma fera e um mascarado no Teatro Abril (SP), Saulo Vasconcelos volta à sua segunda casa no papel de um gato idoso. Na versão brasileira de Cats, que estreia nesta quinta-feira (4), o brasiliense de 36 anos divide o palco com sua amiga de longa data, Sara Sarres, e com a estreante em musicais, a cantora Paula Lima. Conhecida também como jurada do reality show Ídolos, da Record, Paula já ganhou o aval do veterano. "Ela está super aprovada, tem presença como atriz e uma voz que combina com a personagem", disse ele, em entrevista exclusiva ao Terra.
Com Cats, Vasconcelos e Sara encerram uma trilogia. Eles são os únicos brasileiros que estrelaram as três maiores produções musicais de todos os tempos, que começou com Les Miserábles, de 2001, e seguiu com O Fantasma da Ópera, de 2005. Dez anos depois de ter começado a construir seu nome como um ator de teatro musical, Vasconcelos fez um balanço sobre sua carreira. "Hoje me sinto mais jovem, com mais pique, sei respeitar meu limite", afirmou.
Confira a entrevista com o ator, que falou sobre seu papel em Cats, carreira e reconhecimento do público:
Como você define seu personagem em Cats?
Eu interpreto o gato Old Deuteronomy, o líder da tribo de gatos chamada Jellicle. É como se ele fosse o patriarca da família. No final da história, ele escolhe um dos gatos para reencarnar e ir para o paraíso dos gatos.
Você observou gatos para incorporar o papel?
Eu observei como são os gatos velhos. O gato jovem é muito ativo e o velho é tranquilo, mais quietão. Espero que meu público tenha assistido ao filme Marley & Eu (2008) porque há semelhanças. Como todo animal de quatro patas, tanto o Old Deuteronomy quanto o Marley andam cabisbaixos no final da vida.
Como foi a sua preparação física para esse papel, já que requer muito do corpo, além da voz?
Eu faço um trabalho com o Nuno Cobra, que foi preparador físico do Ayrton Senna. Está sendo maravilhoso. Na academia, você tem que suar, cansar até sentir dores, mas o Nuno preza pela saúde. Faço um trabalho aeróbico, com frequência cardíaca baixa, para ter mais condicionamento físico.
Você tem algum ritual antes de subir ao palco?
Eu faço meia hora de alongamento e aquecimento, principalmente de coluna, porque na peça nós ficamos muito na posição de quatro. Além disso, faço cinco minutos de exercícios como gato. O diretor pede para fazermos a transição de duas para quadro patas, sentir cheiros e observar pontos diferentes do espaço. Assim, entro no personagem.
Como é dividir o palco com a estreante Paula Lima e com sua amiga de longa data Sara Sarres?
Eu e a Paula brincamos o tempo todo. Eu digo que ela é a gata feia, decadente e drogada. A gente acabou se dando bem por causa desse bom humor. No começo, ela estava muito assustada porque não é a praia dela. Mas agora posso dizer que ela já é uma profissional de teatro musical. Está super aprovada, tem presença como atriz e uma voz que combina com a personagem. Já a Sara é minha irmã. Me dá toda a tranquilidade do mundo ter uma pessoa como ela ali. Como o teatro é a nossa segunda casa e o elenco é a nossa segunda família, é bom ter sua melhor amiga ali, nunca se sabe quando você vai precisar.
Você fez parte das duas maiores produções de musicais no mundo, Les Misérables e O Fantasma da Ópera. O que Cats significa para a sua carreira?
Significa uma coisa única para um ator de teatro musical. É muito difícil conhecer alguém que tenha feito os três musicais, ainda mais no Brasil, onde esse meio é mais limitado. Além disso, estar de volta ao Teatro Abril é maravilhoso. Foi minha casa por muitos anos, quando estrelei A Bela e a Fera e o O Fantasma da Ópera.
Você mais uma vez vai embarcar num grande papel com fantasia e maquiagem, como aconteceu com a fera e o fantasma da ópera. Com isso, você é pouco reconhecido nas ruas. Como é ser anônimo, mas reconhecido pela crítica e público?
É diferente trabalhar em teatro e trabalhar na TV, onde as pessoas te veem todos os dias. O público do teatro também é diferente, eles sabem que com maquiagem ou sem maquiagem, não faz diferença. Muita gente pergunta de mim na bilheteria do teatro e eu nem sei da onde vem esse interesse, mas ele existe. A exposição hoje é bem maior do que eu imaginava quando comecei, há 10 anos.
Você já fez apresentações fechadas de Cats, o que ouviu de quem já assistiu à peça?
Cats é da década de 80 e as pessoas tendem a dizer que é um espetáculo batido. Nós fizemos uma nova releitura, com um elenco muito bom e agora o que eu mais ouço das pessoas é que o conceito delas mudou. Quem estiver lendo essa reportagem, pense nisso. Cats está com uma nova leitura e com uma energia muito boa. Depois de 30 anos, a gente tem mais é que modernizar.
Como é o Saulo Vasconcelos depois de 10 anos de Les Misérables?
Estou mais velho, mas eu me sinto mais jovem. Há 10 anos, eu não sabia medir a energia. Eu queria dar o meu máximo sempre. Eu ainda continuo assim, mas hoje respeito o meu um limite. Domingo, após a peça, eu ainda estava todo empolgado, fui jantar, tomar um vinho, ainda estava com pique. Há 10 anos, eu estaria morto, não queria ver ninguém. Hoje eu me sinto diferente, melhor que 10 anos atrás. Eu me divirto mais no palco, até porque hoje eu tenho noção que faço parte de uma minoria privilegiada que conseguiu estabelecer um nome no teatro musical. Isso se reflete no palco. A arte imita a vida.
Saiba mais sobre Saulo Vasconcelos no site: http://www.saulovasconcelos.com/
Serviço Cats
Data: de 4 de março a 30 de maio
Horário: quintas e sextas às 21h; sábados às 17h e 21h; e domingos às 16h e 20h
Local: Teatro Abril - Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 - Bela Vista
Preço: de R$ 50 a R$ 240,00
Mais informações: (11) 4003-5588
Fonte: Terra
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
CATS inicia venda de ingressos

Horários:
Quinta-Feira e Sexta-Feira às 21h
Sábado às 17 e 21h
Domingo às 16 e 20h
Local: Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 411
Os ingressos já podem ser adquiridos na bilheteria do teatro Abril ou no site da Ticketmaster
