sábado, 31 de agosto de 2013

Catálogo é charme a mais nas sessões de ‘A Madrinha Embriagada’ no Teatro do Sesi-SP

Distribuído gratuitamente em todas as sessões no Teatro do Sesi-SP, o catálogo de “A Madrinha Embriagada” é uma atração a mais no espetáculo. Uma iniciativa do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o musical, adaptado e dirigido por Miguel Falabella, estreou para o público em 17 de agosto. E de lá para cá tem encantado espectadores de todos os perfis e idades, com sessões lotadas. No catálogo, é possível encontrar todas as informações técnicas sobre a peça, que é a versão brasileira de “The Drowsy Chaperone”.

Estão lá os nomes, fotos e currículos dos atores, a descrição dos desafios envolvidos na montagem de acordo com o diretor geral de produção Cleto Baccic e as palavras de Miguel Falabella, diretor e responsável pela adaptação com sotaque paulistano da trama. Tudo isso e mais os dados completos sobre os diretores cênico e musical, coreógrafa e cenógrafos, entre outros profissionais. O figurinista, o estilista Fause Haten, é um dos nomes estrelados desse time.

Catálogo de "A Madrinha Embriagada"O catálogo de "A Madrinha Embriada" traz informações completas sobre o musical. Foto: Julia Moraes/Fiesp
As fotos do musical, espalhadas por todo o capítulo, só deixam os espectadores com mais vontade ainda de conferir a trama, ambientada na década de 1920 e baseada no amor pelos musicais.

Ficou com vontade de ver? As entradas para “A Madrinha Embriagada”  são gratuitas em todas as sessões. A reserva on-line deve ser feita no site do Sesi-SP pelo link http://www.sesisp.org.br/meu-sesi

Daqui por diante, os ingressos para os próximos meses da temporada serão disponibilizados sempre a partir do dia 20 do mês anterior. O sistema será utilizado ao longo das 325 apresentações agendadas para a temporada – a última apresentação está programada para 29 de junho de 2014.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

"Surpresa Fatal" de "A Madrinha Embriagada"

Assista um pedacinho de "A Madrinha Embriagada" 

Surpresa Fatal




Você já teve uma surpresa fatal????

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

A nata dos musicais

Quando assistiu, há alguns anos, à montagem americana do musical The Drowsy Chaperone, na Broadway, Miguel Falabella gostou muito, mas não ficou animado a participar de uma versão nacional. Até foi sondado por um produtor, porém, recusou. A situação mudou no momento em que ele foi novamente convidado, agora para participar de um projeto educacional do Sesi de São Paulo que incluiria a encenação daquele musical.

Cena do musical 'A Madrinha Embriagada' - Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão
Cena do musical 'A Madrinha Embriagada'
“Fiquei animado, especialmente depois que eles aceitaram minha sugestão de ambientarThe Drowsy Chaperone na São Paulo do início do século passado”, disse ele, que assina a tradução e a direção de A Madrinha Embriagada, que estreia hoje para convidados e sábado para o público. Orçada em R$ 12 milhões (sem uso de leis de incentivo), a montagem traz a nata do musical no Brasil, como os atores Stella Miranda, Saulo Vasconcelos, Sara Sarres e Kiara Sasso. E, para completar, a temporada, prevista para 11 meses, oferece ingressos gratuitos.
“A intenção é justamente formar plateia para o gênero musical que, apesar de já contar com bom público, tem potencial para crescer ainda mais”, conta Cleto Baccic, ator e produtor, com participação nas montagens de Cats eMamma Mia!, e agora um dos principais condutores do projeto. De fato, A Madrinha Embriagada cai como uma luva nesse plano por seu aspecto didático e, ao mesmo tempo, de entretenimento.
Na versão de Falabella, a trama começa quando um fã de musical, apenas denominado como o Homem da Poltrona (Ivan Parente), resolve ouvir um long play com a trilha de um de seus espetáculos preferidos, A Madrinha Embriagada, montado em São Paulo em 1928. “A escolha não foi à toa, pois Miguel quis fazer uma apologia à Semana de Arte Moderna que aconteceu seis anos antes”, comenta Parente, cujo personagem, com humor e fina ironia, questiona os musicais atuais.
E, ao botar o disco na vitrola, a montagem se materializa no palco como uma mágica: trata-se da história de uma musa do teatro, Jane Valadão (Sara), que vai deixar os palcos para se casar com o empresário Roberto Marcos (Frederico Reuter). Como costume da época, uma madrinha é contratada para cuidar da noiva antes do casamento – no caso, por sua madrinha embriagada (Stella). O dono do teatro, Iglesias (Saulo), tem motivos de sobra para que esse casamento não aconteça. Com a ajuda da corista sem talento, Eva (Kiara), Iglesias contrata um amante argentino, Aldolpho (papel de Baccic, momentaneamente interpretado por Floriano Nogueira), para atrapalhar essa união.
A confusão é aumentada com a presença de Jorge (Fernando Rocha), o amigo do noivo, além de espiões disfarçados de padeiros portugueses (Rafael Machado e Daniel Monteiro) e uma aviadora (Adriana Caparelli), todos reunidos na mansão de Dona Francisca Jaffet (Ivanna Domenyco) e seu mordomo, Agildo (Edgar Bustamante), na Avenida Paulista.
“Trata-se de um musical dentro de uma comédia”, atesta o veterano Saulo Vasconcelos, que, pela primeira vez, envereda pelo humor rasgado. E, pela quinta vez, divide o palco com Kiara Sasso. “Já criamos um entrosamento próprio”, comenta ela, também impagável em papel cômico. Área, aliás, que é especialidade de Stella Miranda. “Fujo da caricatura: minha madrinha está sempre a um uísque da bebedeira”, brinca.

PRESTE ATENÇÃO:
1.Nos figurinos criados por Fause Haten, já especialista no gênero musical: além da função cênica, todos são deslumbrantes.
2.Na atuação do elenco, em especial em Sara Sarres: inspirada em Betty Boop e Cyd Charisse, ela faz caras e bocas típicas das grandes estrelas do cinema da época.

SERVIÇO:

A MADRINHA EMBRIAGADATeatro do Sesi. Avenida
Paulista, 1.313. 3146-7405. 4ª a 6ª, 21h; sáb., 16h e 21h; dom., 19h. 
Grátis – reserva antecipada de ingressos em www.
sesisp.org.br/ingressomadrinha. Até 29/6/14.

sábado, 27 de julho de 2013

‘A Madrinha Embriagada’ tem elenco e produção de ‘primeiro mundo’

Ator fala da irreverência da adaptação de espetáculo, com estreia marcada para o dia 17 de agosto no Teatro do Sesi-SP

Dulce Moraes e Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

Enfileirado entre aproximadamente 20 atores que integram o elenco de “A Madrinha Embriagada”, o ator Saulo Vasconcelos veste uma camiseta preta básica. O figurino é bem diferente das óperas que interpretou – “Madame Butterfly”, “Fígaro” e “O Barbeiro de Sevilha”, entre outras. Apesar do jeito despojado, Vasconcelos mantém-se atento às instruções da coreógrafa. Um intervalo para respirar, uma rápida sessão de alongamento e o ator prossegue com os ensaios: cantar, interpretar, dançar. Sem perder o entusiasmo e a disciplina.

Vasconcelos: experiência em musicais e disciplina para a estreia em agosto. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Bem humorado, o protagonista de “O Fantasma da Ópera” elogia o trabalho do diretor Miguel Falabella, autor da adaptação brasileira de “The Drowsy Chaperone” que estreia no dia 17 de agosto no Teatro do Sesi-SP – espetáculo que tem realização do próprio Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). “Ele fez um trabalho incrível de transformar aqueles personagens tipicamente americanos em tipicamente brasileiros”, afirma Vasconcelos em entrevista. Na montagem, o ator interpreta o produtor de cinema Iglesias, contracenando com a atriz Kiara Sasso, que faz a corista Eva – em homenagem a Eva Todor. 

Leia a seguir trechos da entrevista de Saulo Vasconcelos:

Diferencial

 “O que diferencia essa de qualquer outra produção que já fiz é essa criatividade, esse estilo cooperativo e colaborativo que existe entre nós atores e o diretor.” 

 Sobre os personagens

 “A adaptação é muito criativa e feita para nós, atores, para nossos portes físicos. Por exemplo, o meu personagem é completamente diferente do que era inicialmente. Nas produções americanas ele é era um cara já de idade de 50 a 60 anos e, aqui, cresceu muito. O Miguel [Falabella] teve a ideia de modificá-lo um pouco, assim como fez com os outros. O próprio texto que foi adaptado à nossa cultura e ao nosso entendimento.”

Sobre ‘abrasileirar’ o musical 

 “Eu não acho que é preciso ser nacionalista, de ter que ser ‘brasileiro’, apesar de ser muito importante a proposta do Sesi-SP. O importante é ter qualidade. E quando é de qualidade, isso independe. Um Picasso não deixa de ser bom porque é espanhol. A ópera italiana não deixa de ser boa porque é italiana – e ela é vista no mundo inteiro. A própria novela brasileira já é traduzida para vários países.” 

 A irreverência do diretor 

 “O Miguel [Falabella], que é o diretor e também o adaptador dessa peça, fez um trabalho incrível de transformar aqueles personagens tipicamente americanos em tipicamente brasileiros. Alguns gangsters viraram padeiros portugueses baianos. Dá muito certo e aproxima o público do espetáculo e dos personagens. Achei incrível esse trabalho de adaptação que aproximou o espetáculo para nossa realidade, para nossa cultura e para a nossa plateia.” 

 Rotina dos ensaios

 “A rotina é praticamente a de todos os musicais. A gente passa pelos ensaios de música nas primeiras semanas, pelos ensaios de coreografias, e, depois de algumas cenas, vemos a parte de interpretação, bem como qual voz o personagem tem que ter e para onde se move. E a marcação, mesmo, para onde vai e onde vai ter luz, etc e tal.” 

 Trabalhar com elenco jovem 

 “Não tem jovem nada (risos), só tem ‘macaco velho’ aqui. Só tem ‘cobra velha’. Imagina! O mais novo aqui já fez três ou quatro musicais que é o Elton (Towersey), que inclusive fez o meu filho em ‘Noviça Rebelde’. Ele está agora com 18 anos, e, na época, tinha 15. O clima nos ensaios é sempre descontraído, é muito gostoso. Às vezes rola um estresse, pois é muita ‘macacada’ junta.” 

 Duração da temporada 

 “As temporadas que eu faço sempre duram no mínimo um ano. E acho que esse espetáculo do Sesi-SP tem condição de durar um ano ou mais até. Ingresso gratuito, o teatro é pequeno, um espetáculo delicioso, uma baita produção. Às vezes tudo é gratuito, mas a produção é modesta. Aí, as pessoas não se interessam muito. E tem um elenco e uma produção de primeiro mundo. Enfim, um ano eu acho até que vai ser pouco.”


sexta-feira, 26 de julho de 2013

Saulo Vasconcelos - Programa Especial 6 Anos - Cultura Urbana - JustTV - 22/07/13

No segundo programa especial de aniversário de 6 anos, Vitor Cardoso entrevista separadamente Saulo Vasconcelos que canta New York New York e Kiara Sasso que interpreta a canção de Cabaret: Maybe This Time. 




Programa exibido dia 22/07/13 Cultura Urbana, toda segunda-feira, às 20h30, AO VIVO, na JustTV. http://www.justtv.com.br