terça-feira, 2 de março de 2010

Cats ganha versão brasileira

Antonio Jr, especial para o Aplauso Brasil

O segundo musical mais visto da história da Broadway, Cats, de Andrew Lloyd Weber, ganha versão brasileira que estreia no próximo dia 4, quinta-feira, às 21h, no Teatro Abril.
Com o mesmo design cênico da Broadway e desenvolvido especificamente para o Teatro Abril, a montagem original adaptada para os palcos brasileiros traz no elenco 38 artistas, que se revezam em vários números musicais.

A direção é de Richard Stafford, que também assina a coreografia. A cantora Paula Lima viverá a gata Grizabella e interpretará a célebre canção Memory (com mais de 150 versões gravadas por cantores como Barbra Streisand, Barry Manilow, José Carreras e Sarah Brightman). Também estão no elenco Sara Sarres e Saulo Vasconcelos – par romântico em O Fantasma da Ópera e que também participaram de outras grandes produções, como A Bela e a Fera e Les Misérables – que comemoram 10 anos de musicais. O compositor Toquinho foi convidado para verter as letras para o português.

Contando com uma grande produção e efeitos especiais, Cats envolve 110 pessoas em sua produção. Americanos, brasileiros e ingleses fazem parte da equipe. A coordenação da produção está a cargo, além do diretor Richard Stafford, do supervisor musical Stan Tucker e da coreógrafa associada Marina Stevenson, que acompanha Cats há mais de 20 anos e esteve no elenco de sua primeira montagem. Para se preparar para o espetáculo, todo o elenco ensaia mais de oito horas todos os dias. Os artistas cantam e dançam o tempo inteiro.

A história de Cats se passa num beco durante a data mais especial do ano para a tribo dos Jellicle Cats, que se reúnem para celebrar quem são e quando o líder do grupo, o sábio e benevolente Old Deuteronomy (Saulo Vasconcelos), anuncia qual deles irá para um lugar especial chamado “Heavyside Layer”, onde poderá renascer para uma nova “vida Jellicle”.

Só um dos gatos não compartilha da euforia do grupo: Grizabella (Paula Lima), que abandonou os companheiros anos antes para explorar o mundo lá fora e agora é desprezada por sua escolha.

O musical é baseado em 14 poemas do livro infantil Old Possum’s Book of Practical Cats, publicado a primeira vez em 1939, com ilustrações do próprio autor, o poeta americano T.S Eliot, que escreveu a obra para os filhos, depois de passar dias observando o comportamento de seus próprios felinos. Com música composta por Andrew Lloyd Webber, Cats – que foi dirigido originalmente por Trevor Nunn – marcou também o início da bem sucedida parceria do compositor com o produtor Cameron Mackintosh, que rendeu outros enormes sucessos, como O Fantasma da Ópera.

Efeitos especiais

Espetáculos à parte são a maquiagem e o figurino. Os macacões usados pelo elenco são inteiramente pintados à mão e feitos de lycra especial para permitir total mobilidade dos movimentos. Vieram direto da Inglaterra e aqui receberam os acertos finais para se ajustar ao corpo de cada ator. São mais de 150 peças, entre roupas e acessórios.

O cenário, que reproduz o beco escuro onde os gatos se reúnem, tem também efeitos especiais que colaboram para a magia do espetáculo, como um pneu gigantesco que se eleva no ar sobre uma nuvem de gelo seco quando Old Deuteronomy leva seu escolhido para o lugar onde viverá sua nova vida. Montado em uma estrutura de 150 m² e que extrapola a caixa cênica do palco, o cenário conta, ainda, com diversas aberturas que ajudam a criar o efeito mágico da transição de cada número, quando os gatos surgem e desaparecem repentinamente na escuridão.

Para ver a ficha tecnica do musical acesse: Aplauso Brasil - IG

Veterano dos musicais, Saulo Vasconcelos aprova Paula Lima em 'Cats'

Saulo Vasconcelos é o gato Old Deuteronomy no musical 'Cats'Foto: Divulgação


Ana Carolina Moura



Depois de viver uma fera e um mascarado no Teatro Abril (SP), Saulo Vasconcelos volta à sua segunda casa no papel de um gato idoso. Na versão brasileira de Cats, que estreia nesta quinta-feira (4), o brasiliense de 36 anos divide o palco com sua amiga de longa data, Sara Sarres, e com a estreante em musicais, a cantora Paula Lima. Conhecida também como jurada do reality show Ídolos, da Record, Paula já ganhou o aval do veterano. "Ela está super aprovada, tem presença como atriz e uma voz que combina com a personagem", disse ele, em entrevista exclusiva ao Terra.


Com Cats, Vasconcelos e Sara encerram uma trilogia. Eles são os únicos brasileiros que estrelaram as três maiores produções musicais de todos os tempos, que começou com Les Miserábles, de 2001, e seguiu com O Fantasma da Ópera, de 2005. Dez anos depois de ter começado a construir seu nome como um ator de teatro musical, Vasconcelos fez um balanço sobre sua carreira. "Hoje me sinto mais jovem, com mais pique, sei respeitar meu limite", afirmou.


Confira a entrevista com o ator, que falou sobre seu papel em Cats, carreira e reconhecimento do público:


Como você define seu personagem em Cats?

Eu interpreto o gato Old Deuteronomy, o líder da tribo de gatos chamada Jellicle. É como se ele fosse o patriarca da família. No final da história, ele escolhe um dos gatos para reencarnar e ir para o paraíso dos gatos.

Você observou gatos para incorporar o papel?

Eu observei como são os gatos velhos. O gato jovem é muito ativo e o velho é tranquilo, mais quietão. Espero que meu público tenha assistido ao filme Marley & Eu (2008) porque há semelhanças. Como todo animal de quatro patas, tanto o Old Deuteronomy quanto o Marley andam cabisbaixos no final da vida.

Como foi a sua preparação física para esse papel, já que requer muito do corpo, além da voz?

Eu faço um trabalho com o Nuno Cobra, que foi preparador físico do Ayrton Senna. Está sendo maravilhoso. Na academia, você tem que suar, cansar até sentir dores, mas o Nuno preza pela saúde. Faço um trabalho aeróbico, com frequência cardíaca baixa, para ter mais condicionamento físico.


Você tem algum ritual antes de subir ao palco?

Eu faço meia hora de alongamento e aquecimento, principalmente de coluna, porque na peça nós ficamos muito na posição de quatro. Além disso, faço cinco minutos de exercícios como gato. O diretor pede para fazermos a transição de duas para quadro patas, sentir cheiros e observar pontos diferentes do espaço. Assim, entro no personagem.


Como é dividir o palco com a estreante Paula Lima e com sua amiga de longa data Sara Sarres?

Eu e a Paula brincamos o tempo todo. Eu digo que ela é a gata feia, decadente e drogada. A gente acabou se dando bem por causa desse bom humor. No começo, ela estava muito assustada porque não é a praia dela. Mas agora posso dizer que ela já é uma profissional de teatro musical. Está super aprovada, tem presença como atriz e uma voz que combina com a personagem. Já a Sara é minha irmã. Me dá toda a tranquilidade do mundo ter uma pessoa como ela ali. Como o teatro é a nossa segunda casa e o elenco é a nossa segunda família, é bom ter sua melhor amiga ali, nunca se sabe quando você vai precisar.

Você fez parte das duas maiores produções de musicais no mundo, Les Misérables e O Fantasma da Ópera. O que Cats significa para a sua carreira?

Significa uma coisa única para um ator de teatro musical. É muito difícil conhecer alguém que tenha feito os três musicais, ainda mais no Brasil, onde esse meio é mais limitado. Além disso, estar de volta ao Teatro Abril é maravilhoso. Foi minha casa por muitos anos, quando estrelei A Bela e a Fera e o O Fantasma da Ópera.

Você mais uma vez vai embarcar num grande papel com fantasia e maquiagem, como aconteceu com a fera e o fantasma da ópera. Com isso, você é pouco reconhecido nas ruas. Como é ser anônimo, mas reconhecido pela crítica e público?

É diferente trabalhar em teatro e trabalhar na TV, onde as pessoas te veem todos os dias. O público do teatro também é diferente, eles sabem que com maquiagem ou sem maquiagem, não faz diferença. Muita gente pergunta de mim na bilheteria do teatro e eu nem sei da onde vem esse interesse, mas ele existe. A exposição hoje é bem maior do que eu imaginava quando comecei, há 10 anos.

Você já fez apresentações fechadas de Cats, o que ouviu de quem já assistiu à peça?

Cats é da década de 80 e as pessoas tendem a dizer que é um espetáculo batido. Nós fizemos uma nova releitura, com um elenco muito bom e agora o que eu mais ouço das pessoas é que o conceito delas mudou. Quem estiver lendo essa reportagem, pense nisso. Cats está com uma nova leitura e com uma energia muito boa. Depois de 30 anos, a gente tem mais é que modernizar.

Como é o Saulo Vasconcelos depois de 10 anos de Les Misérables?

Estou mais velho, mas eu me sinto mais jovem. Há 10 anos, eu não sabia medir a energia. Eu queria dar o meu máximo sempre. Eu ainda continuo assim, mas hoje respeito o meu um limite. Domingo, após a peça, eu ainda estava todo empolgado, fui jantar, tomar um vinho, ainda estava com pique. Há 10 anos, eu estaria morto, não queria ver ninguém. Hoje eu me sinto diferente, melhor que 10 anos atrás. Eu me divirto mais no palco, até porque hoje eu tenho noção que faço parte de uma minoria privilegiada que conseguiu estabelecer um nome no teatro musical. Isso se reflete no palco. A arte imita a vida.


Saiba mais sobre Saulo Vasconcelos no site: http://www.saulovasconcelos.com/

Serviço Cats

Data: de 4 de março a 30 de maio


Horário: quintas e sextas às 21h; sábados às 17h e 21h; e domingos às 16h e 20h


Local: Teatro Abril - Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 - Bela Vista


Preço: de R$ 50 a R$ 240,00


Mais informações: (11) 4003-5588

Fonte: Terra

segunda-feira, 1 de março de 2010

"Cats" chega ao Brasil com patrocínio da Bradesco Seguros e Previdência


A Bradesco Seguros e Previdência, por meio do Circuito Cultural Bradesco Seguros e Previdência apresenta o segundo musical mais visto na história da Broadway: “Cats”, de Andrew Lloyd Webber. Com todo o seu glamour, figurinos e cenário com efeitos especiais e visual exuberante, o musical estreia para público dia 4 de março, quinta-feira, às 21h no Teatro Abril.



Com o mesmo design cênico da Broadway e desenvolvido especificamente para o Teatro Abril, a montagem original adaptada para os palcos brasileiros traz no elenco 38 artistas, que se revezam em mais de 10 números musicais. Paula Lima viverá a gata Grizabella e vai interpretar a célebre canção Memory (com mais de 150 versões gravadas por cantores como Barbra Streisand, Barry Manilow, José Carreras e Sarah Brightman). O compositor Toquinho foi convidado para verter as letras para o português.



Meia-noite. Nenhum som no beco. Um por um, gatos surgem por entre a escuridão da noite. É a data mais especial do ano para a tribo dos Jellicle Cats, em que se reúnem para celebrar quem são e quando o líder do grupo, o sábio e benevolente Old Deuteronomy (Saulo Vasconcelos), anuncia qual deles irá para um lugar especial chamado "Heavyside Layer", onde poderá renascer para uma nova "vida Jellicle". Só um dos gatos não compartilha da euforia do grupo: Grizabella (Paula Lima), que abandonou os companheiros anos antes para explorar o mundo lá fora e agora é desprezada por sua escolha.



A história é baseada em 14 poemas do livro infantil Old Possum’s Book of Practical Cats, publicado a primeira vez em 1939, com ilustrações do próprio autor, o poeta americano T.S Eliot, que escreveu a obra para os filhos, depois de passar dias observando o comportamento de seus próprios felinos. Com música composta por Andrew Lloyd Webber, “Cats”– que foi dirigido originalmente por Trevor Nunn – marcou também o início da bem sucedida parceria do compositor com o produtor Cameron Mackintosh, que rendeu outros enormes sucessos, como O Fantasma da Ópera.



O musical estreou no West-End, em Londres, em 1981. Seu sucesso foi tamanho que, antes mesmo de ter estreado na Broadway, já tinha se tornado uma febre, era o espetáculo mais falado ali. Um ano após a estreia na Inglaterra, abriram produções nos Estados Unidos, no famoso teatro Winter Garden, em Tóquio, Budapeste e Viena. Desde então, “Cats”já se apresentou em mais de 20 países e 300 cidades, incluindo todos os Estados Unidos, Canadá e México, além de cidades como Buenos Aires, Seul, Helsinque e Cingapura.



O musical já foi traduzido para 10 línguas (entre elas japonês, húngaro, norueguês, sueco, holandês e finlandês, entre outras) e recebeu mais de 30 prêmios. A produção suíça exigiu um elenco bilíngue que se apresentou na Alemanha e na Inglaterra em noites alternadas. Entre os mais importantes estão sete Tony Awards, incluindo melhor musical.



Entre as coxias



Nos bastidores do Teatro Abril, se reveza uma equipe mista de 110 pessoas, entre brasileiros, americanos e ingleses. Alguns dos que coordenam a batuta nas 8 horas diárias de ensaio são o diretor e coreógrafo Richard Stafford, o supervisor musical Stan Tucker e a coreógrafa associada Marina Stevenson.



Marina Stevenson acompanha o “Cats” há mais de 20 anos e esteve no elenco de sua primeira montagem. Ela conta que se trata de um espetáculo que exige muito dos intérpretes. “Eles cantam e dançam o tempo inteiro. Neste espetáculo há balé, jazz, acrobacias, sapateado. O elenco está bastante afiado, todos estão muito empenhados, eles têm uma dedicação que poucas vezes vi”, diz.



Richard Stafford endossa a opinião de Marina e ressalta também o caráter inovador da parte coreográfica: “Baseada na observação de como os gatos se movem, a coreografia original criada por Gillian Lynn trouxe um vocabulário totalmente novo para musicais. E tudo isso com muitos detalhes corporais. Por isso fazemos um trabalho intenso para que os atores adquiram o ponto de vista de um gato”, conta.



Richard, que se juntou a “Cats”em 1985 e foi responsável também por montagens no México e na Argentina, comenta: ““Cats” é na verdade uma parábola da condição humana contada pelos olhos de um gato. Já montei o musical em outros lugares e cada cultura traz ao espetáculo sua contribuição. Acho que na América Latina há uma especificidade, que é a real compreensão do que o musical trata – das diferenças, da exclusão”, comenta ele.



Magia de efeitos especiais



Espetáculos à parte são a maquiagem e o figurino. Os macacões usados pelo elenco são inteiramente pintados à mão e feitos de lycra especial para permitir total mobilidade dos movimentos. Vieram direto da Inglaterra e aqui receberam os acertos finais para se ajustar ao corpo de cada ator. São mais de 150 peças, entre roupas e acessórios. “Alguns figurinos têm efeitos especiais e dão um show, como uma túnica que se ilumina inteira de olhos de gatos”, comenta Nena de Castro, que divide com Zezé de Castro a tarefa de cuidar do figurino.



“Os atores ficam totalmente irreconhecíveis caracterizados”, comenta Adriana Lima, quem faz a cabeça do elenco dos musicais do Abril há 10 anos. Chefe de perucaria, é ela a encarregada de deixar impecáveis as 64 cabeleiras dos bichanos que entram em cena. “As perucas vieram de Londres, e nós fazemos ajustes personalizados para a cabeça de cada ator, como se fosse uma roupa. Algumas das perucas precisaram ser refeitas, num trabalho artesanal de costurar fio a fio, que dura uma semana.”



O cenário, que reproduz o beco escuro onde os gatos se reúnem, tem também efeitos especiais que colaboram para a magia do espetáculo, como um pneu gigantesco que se eleva no ar sobre uma nuvem de gelo seco quando Old Deuteronomy leva seu escolhido para o lugar onde viverá sua nova vida. Montado em uma estrutura de 150 m² e que extrapola a caixa cênica do palco, o cenário conta, ainda, com diversas aberturas que ajudam a criar o efeito mágico da transição de cada número, quando os gatos surgem e desaparecem repentinamente na escuridão.



Début e bodas no elenco



Estreando em musicais, a cantora Paula Lima conquistou a equipe internacional. “Paula foi incrível na primeira audição. Estamos aprendendo muito, nós com ela e ela conosco. Ela vem de uma outra cultura musical, e vai fazer uma interpretação muito própria para as músicas”, comenta o supervisor musical Stan Tucker.


Paula Lima é Grizabella em "Cats"

Paula conta que “é uma experiência bastante diferente de tudo que já havia feito. A técnica vocal é outra e a responsabilidade é enorme, porque falamos de um grande musical, marcante na história da Broadway e aplaudido no mundo todo. Estou amando a experiência. Gostava de musicais e, vivendo a experiência de fazer um, me tornei fã compulsiva!” Ela revela que já tem vontade de fazer outros depois de “Cats”. “Definitivamente, esse bichinho me mordeu!”, brinca.

E, enquanto Paula Lima faz seu début, neste ano Saulo Vasconcelos e Sara Sarres comemoram 10 anos de musicais. Par romântico em O Fantasma da Ópera (2005), os dois vieram de Brasília para São Paulo para fazer musicais e atuaram nos mais importantes encenados no Teatro Abril. “Continuamos uma parceria que vinha desde os tempos de faculdade, quando cantávamos juntos no coro Sinfônico da UnB”, lembra Sara.

Saulo, que foi o protagonista em Les Misérables, O Fantasma da Ópera e A Bela e a Fera (o que soma por volta de três mil espetáculos em cena), agora vive o gato líder do grupo, o sábio e benevolente Old Deuteronomy. Aos 36 anos, Saulo diz que a transformação para um personagem bem mais velho exige muito de seu corpo. Para agüentar firme a rígida disciplina de ensaios e a rotina das sessões do espetáculo, faz preparação física e mental com Nuno Cobra (o mesmo que trabalhou com Ayrton Senna).

Já Sara, que protagonizou ao lado de Saulo Les Misérables e O Fantasma da Ópera, em Cats vive Jelilorum, também uma das gatas mais antigas do bando. Ela diz que o Teatro Abril se tornou sua segunda morada nesses 10 anos. “Saí da casa do meu pai aos 20 anos e de lá pra cá praticamente vivi no Teatro Abril. Acabei comprando um apartamento ao lado do teatro”, comenta.

Uma década de musicais

“Cats”, que foi um marco na história da Broadway, é um divisor de águas também na história dos musicais no Brasil. Até então não havia no país corpo artístico capacitado para fazer o espetáculo, por ser uma produção que demanda altíssima qualidade dos artistas. “Eu mesma nunca tinha imaginado fazer “Cats”, porque não tinha formação em bailarina. Depois que comecei a fazer musicais, corri para fazer balé", conta Sara Sarres. "Foi bom ter acontecido nesse momento, agora estou preparada.”

A inglesa Marina Stevenson, que já havia estado no Brasil há dois anos para a montagem de O Fantasma da Ópera, afirma: ““Cats” é um musical muito específico, em que todos têm que ser, ao mesmo tempo, exímios bailarinos, cantores e intérpretes. No Fantasma tínhamos ótimos cantores e ótimos bailarinos, mas agora temos artistas completos. Estou impressionada como, desde então, a qualidade artística aqui evoluiu”.

SERVIÇO – CATS
Apresentação: Bradesco Seguros e Previdência
Local: Teatro Abril – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista
Gênero: Musical
Telefones para informações: 4003-5588
Venda a grupos: (11) 2846-6232
Temporada: 4 de março a 30 de maio
Horários: Quintas e Sextas às 21h; Sábados às 17h e 21h; e Domingos às 16h e 20h.
Duração do espetáculo: 2h40min (com 20 minutos de intervalo)
Classificação etária: Livre - Menores de 12 anos acompanhados dos pais ou responsável legal.
Capacidade: 1.530 lugares
Assentos: O teatro conta com 16 assentos para deficientes físicos e 11 para pessoas obesas.
Estacionamento: O teatro não possui estacionamento próprioMeio de Pagamento
Preferencial: American Express MemberShip Cards e Bradesco Cartões
Acesso para deficientes
Ar condicionado

Paula Lima estrela musical Cats no Brasil

Paula Lima dá início a um novo desafio a partir desta semana: a cantora e apresentadora será a gata Grizabella na versão brasileira do famoso musical da Broadway, Cats, que estreia nesta quinta-feira, 4, em São Paulo.Ao lado de Paula, dois experientes atores dos musicais: Sara Sarres e Saulo Vasconcelos, que participaram de O Fantasma da Ópera e Les Misérables, sendo que ele esteve também em A Bela e a Fera.Traduzido para dez línguas, o espetáculo chega ao País pela segunda vez. Em 2006, com elenco americano, a turnê do musical chegou ao Brasil, depois de passar por mais de 20 países e 250 cidades, incluindo os Estados Unidos, Canadá e México, além de Buenos Aires, Seul, Suíça, Alemanha, Bélgica, Áustria, Suécia e Cingapura.
Todo o texto de Cats foi adaptado para o português pelo músico Toquinho, que recebeu as letras traduzidas, mas precisou colocá-las nas rimas corretas para que as músicas ficassem parecidas com as canções em inglês.
A história é baseada em 14 poemas do livro infantil Old Possum's Book of Practical Cats, de T. S. Eliot, publicado pela primeira vez em 1939, com ilustrações do próprio autor.O musical conta a história de uma noite especial na vida dos gatos do grupo Jellicle. Eles encontram-se no Jellicle Ball, onde seu líder sábio e benevolente, Old Deuteronomy, fará uma escolha e anunciará qual deles irá para um lugar especial, chamado Heavyside Layer, onde poderá renascer para uma nova vida Jellicle.
Serviço:
Cats
Local: Teatro Abril - Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 - Bela Vista - São Paulo
Data: De 4 de maço a 30 de maio
Valor: R$ 50 (balcão promocional) a R$ 240 (setor VIP às sextas e sábados)
Horários: quintas e sextas às 21h; sábados às 17h e 21h; domingos às 16h e 20h
Duração: 2h40 (com 20 minutos de intervalo)