Saulo Vasconcelos ator e cantor tem mais de 15 anos de carreira, tanto no Brasil como no exterior em montagens de musicais como O Fantasma da Ópera, A Bela e a Fera, CATS, Mamma Mia e Les Misérables. Tem em sua bagagem mais de quatro milhões de espectadores. Começou a atuar na universidade em O Barbeiro de Sevilha e é um dos mais bem sucedidos atores de musicais da atualidade. Recentemente esteve na produção de O HOMEM DE LA MANCHA e na série (fdp) da HBO
sábado, 31 de março de 2012
Musical 'Priscilla' inova e apresenta músicas em inglês
sexta-feira, 30 de março de 2012
Saulo Vasconcelos no Bate Papo UOL
segunda-feira, 26 de março de 2012
Fera dos musicais vira mecânico em "Priscilla, Rainha do Deserto"
FABIANA SERAGUSA
DE SÃO PAULO
De mente aberta e sem preconceito (mais evidente em cidades do interior, como mostrado no espetáculo), Bob acaba embarcando junto com as três rumo a um cassino no deserto.
"É um grande clássico do cinema cult levado pros palcos", diz Saulo, referindo-se ao filme de 1994. O musical está em cartaz no teatro Bradesco (zona oeste de São Paulo) de quinta-feira a domingo, com ingressos de R$ 40 a R$ 250.
Saulo também diz que "Priscilla" é o primeiro musical que ele faz onde algumas músicas falam por si só, sem, necessariamente, contar uma história. "Acho que essa é uma forma de fazer musical que ainda não foi vista em São Paulo." No repertório, clássicos como "It's Raining Men", "I Will Survive" e "I Love the Nightlife".
"Priscilla" é um espetáculo divertido, com músicas animadas e cenas engraçadas, mas que também mostra como pode ser difícil para as drags e os transexuais lidar com a não aceitação.
"Eu acho que é uma peça para quem tem o coração aberto e que vai abrir o coração de quem é 'careta'. Esse é um dos grandes objetivos", diz Saulo. "Todos somos iguais, e os nosso defeitos são consequência de nossa condição humana e não de nossa sexualidade."
sábado, 24 de março de 2012
Priscilla, Rainha do Deserto - Estreia para convidados
De quinta a domingo no teatro Bradesco.
quarta-feira, 21 de março de 2012
'Priscilla, Rainha do Deserto': da Broadway para São Paulo
segunda-feira, 19 de março de 2012
Priscilla, Rainha do Deserto é o melhor musical de São Paulo
Na última década, o teatro musical brasileiro voa em velocidade estonteante. Tal fôlego transformou São Paulo na Broadway brasileira e culmina em um espetáculo à altura da nova alcunha da cidade.
Nos últimos dias, estrearam quatro grandes produções: A Família Addams, O Violinista no Telhado, Tim Maia, Vale Tudo e, por último, Priscilla, Rainha do Deserto, na última sexta (16). Como na frase bíblica, o último já é o primeiro da lista.
A história criada pelo australiano Stephan Elliot em apenas 12 dias, em 1993, tornou-se, no ano seguinte, o filme Priscilla, Rainha do Deserto, vencedor do Oscar de melhor figurino e um dos grandes sucessos de todos os tempos do cinema australiano.
Em 2006, Elliot resolveu o que parecia óbvio: aquela história daria um musical. Para tanto, uniu-se a Allan Scott e estreou a obra naquele ano nos palcos de Sidney.
O sucesso foi imediato e, desde então, Priscilla foi visto por 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo Nova York, onde está em cartaz há um ano na Broadway e foi visto por 300 mil pessoas.
A versão brasileira é assinada por Flávio Marinho. Mas a tradução se concentrou nos diálogos, já que a maior parte das canções foram mantidas em inglês. Afinal, hits como It's Raining Men, Material Girl, True Colors e I Will Survive dispensam apresentações.
Em conversa com o blog logo após a estreia da última sexta (16), o simpático Elliot, que é casado com um brasileiro, contou que ficou impressionado com o elenco paulistano.
Revelou que, "enquanto em outros países via atores olhando para o relógio quando os ensaios demoravam, os brasileiros demonstraram garra e disposição para fazer sempre o melhor, levasse o tempo que fosse".
Tal compromisso é perceptível no palco. Luciano Andrey, Ruben Gabira e André Torquato, o trio que dá vida às drag queens que viajam pelo interior da Austrália em um ônibus performático, apresentam construção minuciosa de cada personagem, coisa não muito comum em musicais.
Em Priscilla, interpretação e diálogos não foram postos de lado diante dos números musicais. Demonstram igual força e cuidado.
O talentoso Andrey, que já havia chamado a atenção ao interpretar outro gay confuso em Mambo Italiano, empresta força cênica a Mitzi, o drag queen que tem medo de não ser aceito pelo filho que deixou no interior do país, agora com seis anos.
Gabira dá charme e carisma à transexual Bernadette, a veterana do trio. Já o jovem Torquato exibe invejável técnica corporal aliada a um timing cômico em seus ousados números.
O elenco traz nomes conhecidos: Saulo Vasconcelos, nosso primeiro grande ator de musicais, abraça o caipira Bob, Lissah Martins, que protagonizou Miss Saigon, faz uma engraçada participação como a fogosa mulher deste, Cynthia.
Simone Gutierrez incorpora o time de divas, ao lado das também ótimas cantoras Priscila Borges e Lívia Graciano, e causa impacto no número de Girls Just Wanna Have Fun, de Cyndi Lauper.
São 28 nomes no elenco, incluindo três crianças que se dividem para interpretar Benji, o filho de Mitzi. Todos num mesmo registro. Ponto para a direção.
Entretanto, Priscilla não conquista apenas por sua grandiosidade. Tudo bem, são 500 figurinos de cair o queixo, 200 perucas espalhafatosas e 23 toneladas de cenário, somando-se aí o impressionante ônibus de oito toneladas e 30 mil pontos de LED. Mas o que realmente pega o público é a história bem contada e interpretada.
A inventiva direção de Simon Phillips, com direção musical de Stephen "Spud" Murphy (em parceria com a diretora residente Tania Nardini e o diretor musical residente Miguel Briamonte), mantém o espectador dentro da história.
O luxo dos figurinos de Tim Chappel e Lizzy Gardiner, a luz de tirar o fôlego de Nick Schlieper ou as verdadeiras obras de arte das maquiagens e perucas de Ben Moir não concorrem com o texto. Muito pelo contrário, aliam-se a ele para tornar o musical impactante.
Isto faz o público de Priscilla deixar os preconceitos do lado de fora do teatro. Não são apenas drags exuberantes e engraçadas no palco. Apesar do bom humor mantido, há vida humana, com o drama dos sucessos e fracassos.
Como disse Elliot ao blog, qualquer um que assistir à obra, seja gay ou heterossexual, sairá do teatro com menos preconceito e com uma lição aprendida: a de que, apesar das perucas, saltos e maquiagem em excesso de alguns, todos nos igualamos em sermos simplesmente humanos.
O desenho de sentimentos caros ao homem como o amor e a amizade é a força deste belíssimo espetáculo, sem dúvida alguma, o melhor musical de São Paulo e, por isso, é imperdível.
Avaliação: ótimo
Quando: quinta e sexta, 21h; sábado, 17h e 21h; e domingo, 16h e 20h; Até dez/2012
Onde: Teatro Bradesco (av. Turiassú, 2.100, Pompeia, Shopping Bourbon, São Paulo, tel. 0/xx/11 3670-4141)
Quanto: R$ 40 a R$ 250
Classificação: 12 anos (mas menores desta faixa etária podem entrar com os pais)
PRISCILLA RAINHA DO DESERTO - Noite de Estreia
sábado, 17 de março de 2012
Saiba quem é quem no musical "Priscilla, Rainha do Deserto"
As divas Três atrizes --Priscila Borges, Simone Gutierrez e Lívia Graciano-- são responsáveis pelo trio de divas. Elas aparecem juntas (descendo por cabos de aço ou surgindo por trás do ônibus Priscilla) cantando músicas como "I Will Survive" e "Girls Just Wanna Have Fun".
sexta-feira, 16 de março de 2012
Direto do Camarim
Musicais em alta no Brasil
Priscilla
quinta-feira, 15 de março de 2012
Musical 'Priscilla, Rainha do Deserto' nasceu no Carnaval do Rio
Autor do livro em que o filme foi inspirado, o australiano Stephan Elliott revelou durante a coletiva de imprensa do musical que "Priscilla" nasceu no Brasil. "Eu estava no carnaval do Rio de Janeiro, em 1989, quando vi pela primeira vez uma drag queen. Logo pensei que tínhamos que ter drags no deserto da Austrália. Nesse momento, 'Priscilla' nasceu." De acordo com ele, mais do que música, cor ou fantasia, a história trata de tolerância e amor. "Essa história é sobre um homem que tem medo de falar que é gay. Por isso ele usa uma máscara. Diferentemente do que ocorreu no filme, ao produzir a peça percebemos que poderíamos focar melhor a história do pai e de seu filho." O musical conta com 500 figurinos assinados por Tim Chappel, vencedor do Oscar pelas roupas do filme.
O cenário tem um dos maiores e mais caros objetos cenográficos do teatro: o ônibus Priscilla, avaliado em US$ 1,5 milhões (R$ 2,7 milhões). O custo do espetáculo chega a US$ 7 milhões (R$ 12 milhões) - maior do que "Tim Mais - Vale Tudo" (R$ 1 milhão) e menor do que "A| Família Addams" (R$ 25 milhões).
Garry McQuinn, responsável pelo ônibus cenográfico, brincou ao afirmar que Priscilla é uma mulher maravilhosa e uma diva exigente. "Ela é muito cara e precisa de muitos homens para mantê-la. E também nunca deixa o palco: se você não a vê é porque ela está escondida em algum lugar." Um dos diferenciais do musical em relação aos demais em cartaz no País, como "A Família Addams"e "Um Violinista no Telhado", é que as canções foram mantidas em inglês. "As músicas são tão conhecidas que não vimos necessidade de fazer versões em português", disse a diretora residente Tania Nardini. "It's Raining Man", "Go West" e "I Will Survive" são alguns dos hits dublados pelos atores que interpretam as três drag queens: Mitzi (Luciano Andrey), Bernadette (Ruben Gabira) e Felicia (André Torquato).
"Sempre achamos que não seria legal um musical com atores dublando canções gravadas, por isso criamos as divas, três mulheres que cantam ao vivo e dão chance de as drags dublarem", explicou Dean Bryant, membro da equipe criativa do espetáculo. Bryant também aproveitou a entrevista para elogiar o elenco brasileiro, revelando os dois motivos que o fazem ser o seu preferido entre as montagens em outros países. "Temos a sorte de ter os três atores principais na mesma faixa etária dos personagens e o grupo mais disciplinado com quem trabalhei. Eles dão sangue todos os dias e estão sempre disponíveis para dar ideias, trabalhar no texto. Não esperava isso no Brasil."
"Priscilla, Rainha do Deserto" Teatro Bradesco - Bourbon Shopping São Paulo - Rua Turiassu, 2100, 3º piso, tel: (11) 3670-4100 Horários: quintas e sextas às 21h; Sábados às 17h e às 21h; Domingo às 16h e 20h Ingressos: de R$ 40 a R$ 250 Vendas pelo site Ingresso Rápido, pelo telefone 4003-1212 e na bilheteria do teatro
Sucesso na Broadway, musical "Priscilla" estreia sábado em SP
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O diretor faz do musical uma ode à diversidade traduzindo o universo gay com bom humor. Isso acontece de forma literal na cena final em que, ao som de "Dancing Days" (a única música brasileira do repertório), o palco é tomado por uma ampla variedade de personagens. Todos cantando em coro: "Na nossa festa vale tudo...".
QUANDO estreia 17/3; qui. e sex., às 21h; sáb., às 17h e 21h; dom., às 16h e 20h
ONDE Teatro Bradesco (r. Turiassu, 3º piso, 2.100; tel.: 0/xx/11/3670-4100
QUANTO de R$ 20 a R$ 250
CLASSIFICAÇÃO 12 anos
I Will Survive
quarta-feira, 14 de março de 2012
I Say Little Prayer for You
terça-feira, 13 de março de 2012
"Priscilla, Rainha do Deserto": filme que gerou musical foi inspirado em drags brasileiras

O musical Priscilla, Rainha do Deserto estreou na Broadway, foi para Londres e, finalmente, chegou ao Brasil e vai estrear no dia 17 de março no teatro Bradesco, em São Paulo. De longa a musical, o sucesso já dura 22 anos.
Na entrevista coletiva que aconteceu nesta quarta feira (14), o criador da clássica história, Stephan Elliot, disse que a ideia de Priscilla veio do Brasil. “Estive no carnaval do Brasil em 89 e, no meio da multidão, vi algumas drags, pensei: preciso levar uma para o deserto da Austrália”.

Segundo o diretor do musical, Simon Phillips , Priscilla não quer apenas chamar atenção para a memorável trilha e muito famosa pelo público gay – sucessos I Will Survive, Pray for You e Go West estão no musical– mas sim para a humanização de todo o elenco. “Priscilla fala de amor, não apenas de músicas. Conta histórias de pessoas, superações e é isso que queremos mostrar. É uma bonita representação da família e como podemos corrigir nossos erros”, disse Phillips. Priscilla, Rainha do Deserto estará em cartaz durante o ano inteiro e com a possibilidade de ir ao Rio de Janeiro.
Os atores
Luciano Andrey, que interpreta a drag Mitzi, já carimba no seu currículo o quarto musical. A última participação como ator foi na comédia “Mambo Italiano”. Segundo ele, a maior diferença entre uma comédia e musical é mostrar o lado humano e a linguagem. “No musical precisamos ver os personagens como humanos e saber a linguagem de um musical, o que não é fácil”.
O ator mais novo do elenco, André Torquato, e com uma grande responsabilidade de interpretar a drag Felicia, disse que ser mulher não é fácil. “Andar de salto, de maquiar, se produzir. Definitivamente estou sentindo na pele que não é fácil ser mulher”, brincou.
Saulo Vasconcelos, um ‘rato’ de musicais por passagem em Cats, A Bela e a Fera e Mamma Mia!, disse que as músicas de Priscilla remetem a um passado regado de bons momentos. “As músicas marcaram uma época e são lembranças inesquecíveis, mas ainda cativam os jovens de hoje”. Priscilla, Rainha do Deserto estará em cartaz durante o ano inteiro em São Paulo e com a possibilidade de ir ao Rio de Janeiro.
Serviço:
Priscilla, rainha do deserto
A partir de 17 de março
Onde: Teatro Bradesco
Shopping Bourbon – Rua Turiassú, 2.100 – Perdizes São Paulo (SP)
Quinta e sexta – 21h
Sábado -17h e 21h
Domingo – 16h e 20h
Ingressos: www.ingressorapido.com.br
Mais informações: www.teatrobradesco.com.br
segunda-feira, 12 de março de 2012
Festa da diversidade
Na verdade, a transformação é profunda para o trio. “Mitzi vive um dilema: a viagem serve para que ele veja o filho de 6 anos que há tanto tempo tem medo de conhecer”, observa Andrey. “É um trabalho de atuação mais interior, envolvimento sentimentos.”
Leia a seguir trechos da entrevista com o cineasta e roteirista Stephan Elliott:
Qual a conexão entre você, Priscilla e o Brasil?
Fiz o filme em 1993 e, no ano seguinte, fui ao Brasil. Eu temia a reação por conta da fama do macho latino, mas foi totalmente diferente. Desde então, Priscilla tem sido meu parceiro. Foi um momento feliz, não viverei algo parecido outra vez.
E como foi em outros países?
O curioso é que o filme não funcionou na Inglaterra - as pessoas pareciam desapontadas. Acho que público continuava no armário porque, quando o longa saiu em DVD, foi um sucesso estrondoso. Ou seja, preferiam se divertir em casa. Já Israel abraçou o filme. Mas não tenho nenhuma ideia do motivo.
Qual a razão desse sucesso?
Fiz o filme na época certa, quando o mundo se libertava da fase marcada pelas mortes provocadas pela aids. Ou seja, era preciso celebrar e Priscilla ajudou. Se tivesse feito o filme dois anos antes, não teria o mesmo sucesso.
Priscilla, Rainha do Deserto
Teatro Bradesco -
Shopping Bourbon
(Rua Turiassu, 2.100, tel. 3670-4141.
Estreia sábado
sexta-feira, 9 de março de 2012
Made In Brazil
O número crescente de musicais prova que as portas estão cada vez mais abertas para os sucessos da Broadway. E, quem sabe, outras capitais do país também possam se tornar pit stops obrigatórios. Pela torcida, eles já têm público garantido.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Os números da superprodução "Priscilla, A Rainha do Deserto"
domingo, 4 de março de 2012
‘Priscilla’ traz surpresa vibrante para o público brasileiro
sábado, 3 de março de 2012
Almanaque acompanha montagem de ‘Priscila, Rainha do Deserto’ em SP
A comédia dramática e musical fala de superação, de recomeço. Uma história que serve a todos nós. Das telas para o teatro. Em 2006, o filme virou musical. Foi sucesso na Austrália, Europa e em Nova Iorque. Agora desembarca no Brasil com, pelo menos, oito containeres de equipamentos e roupas.
O Almanaque acompanhou tudo, desde o começo! Os bastidores da montagem, os ensaios de voz, as provas de figurino. Uma produção milionária. Só o ônibus custou um US$1,5 milhão. Dinheiro bem gasto! Afinal, ele é mais do que um objeto cênico, é um personagem. Só mesmo Priscilla seria capaz de transportar a sensação de um filme off road, para o palco imóvel do teatro.
O ônibus pesa oito toneladas! Para colocá-lo em cena o palco foi reforçado. Trabalho de, pelo menos, três semanas e para uma equipe grande de, no mínimo, 50 pessoas. E muita gente veio de fora para acompanhar o projeto no Brasil.
O elenco brasileiro conta com 27 atores, cantores, 20 ajudantes de palco, 16 pessoas para cuidar do figurino, e sete só para preparar as perucas. Quem assina a direção artística da versão brasileira é o maestro Miguel Briamonte.
Além de interpretar o personagem, cada ator funciona como um instrumento. Por isso, o diretor musical da peça faz o papel do maestro. Em Priscilla, o comandante é o premiado compositor australiano Stephen Spud Murphy.
Não perca! o programa vai ar de sábado (3) para domingo à 0h05!